domingo, 25 de novembro de 2007

Neurociência

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A neurociência é um termo que reúne as disciplinas biológicas que estudam o sistema nervoso, normal e patológico, especialmente a anatomia e a fisiologia do cérebro interrelacionando-as com a teoria da informação, lingüística (semiótica), e demais disciplinas que explicam o comportamento, o processo de aprendizagem e cognição humana bem como os mecanismos de regulação orgânica.

Tanto do ponto de vista histórico como teórico não se pode deixar de considerar as contribuições da Cibernética, hoje a neurociência computacional que se define como a ciência da comunicação e controle no animal e na máquina.

Essencialmente é uma prática interdisciplinar, resultado da interação de diversas áreas do saber ou disciplinas científicas como, por exemplo: neurobiologia, neurofisiologia, neuropsicologia, neurofarmacologia (neuropsicofarmacologia), estendendo-se essa aplicação à distintas especialidades médicas como por exemplo: neuropsiquiatria, neuroendocrinologia, neuroepidemiologia, psiconeuroimunoendocrinologia, psicofarmacologia etc.

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O princípio básico da nanotecnologia é a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos

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A nanotecnologia está associada a diversas áreas (como a medicina, eletrônica, ciência da computação, física, química, biologia e engenharia dos materiais) de pesquisa e produção na escala nano (escala atômica).

O princípio básico da nanotecnologia é a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos (os tijolos básicos da natureza).

É uma área promissora, mas que dá apenas seus primeiros passos, mostrando, contudo, resultados surpreendentes (na produção de semicondutores, Nanocompósitos, Biomateriais, Chips, entre outros).

Um dos instrumentos utilizados para exploração de materiais nessa escala é o microscópio eletrônico de varredura, o MEV.

O objetivo principal é chegar em um controle preciso e individual dos átomos.

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Life extension

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Life extension
refers to an increase in maximum or average lifespan, especially in humans, by slowing down or reversing the processes of aging. Average lifespan is determined by vulnerability to accidents and age-related afflictions such as cancer or cardiovascular disease.

Extension of average lifespan can be achieved by good diet, exercise and avoidance of hazards such as smoking and excessive eating of sugar-containing foods. Maximum lifespan is determined by the rate of aging for a species inherent in its genes and probably by certain environmental factors. Currently, the only widely recognized method of extending maximum lifespan is calorie restriction.

Theoretically, extension of maximum lifespan can be achieved by reducing the rate of aging damage, by periodic replacement of damaged tissues, or by molecular repair or rejuvenation of deteriorated cells and tissues.

Researchers of life extension are known as biogerontologists. They seek to understand the nature of aging and they develop treatments to reverse aging processes or to at least slow them down, for the improvement of health and the maintenance of youthful vigor at every stage of life. (Biomedical gerontologists are distinguished from biogerontologists in that the latter may take a purely academic interest in the biological mechanisms of aging, without seeking a "cure".)

Those who take advantage of life extension findings and seek to apply them upon themselves are called "life extensionists" or "longevists". The primary life extension strategy currently is to apply available anti-aging methods in the hope of living long enough to benefit from a complete cure to aging once it is developed, which given the rapidly advancing state of biogenetic and general medical technology, could conceivably occur within the lifetimes of people living today (around 2020 according to Raymond Kurzweil).[1]

Many biomedical gerontologists and life extensionists believe that future breakthroughs in tissue rejuvenation with stem cells, organs replacement (with artificial organs or xenotransplantations) and molecular repair will eliminate all aging and disease as well as allow for complete rejuvenation to a youthful condition.

Whether such breakthroughs can occur within the next few decades is impossible to predict. Many life extensionists arrange to be cryonically preserved upon legal death so that they can await the time when future medicine can eliminate disease, rejuvenate them to a lasting youthful condition and repair damage caused by the cryonics process.[citation needed]

Whether the maximum human lifespan should be extended is the subject of much ethical debate amongst politicians and scientists. But the life extension movement, which began in the early 1980s, continues to grow rapidly in popularity and momentum among scientists and the general public.[citation needed]

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Extropy

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The term extropy, coined by Tom Bell (T. O. Morrow) in January 1988, is defined as the extent of a living or organizational system's intelligence, functional order, vitality, energy, life, experience, and capacity and drive for improvement and growth.

Extropy expresses a metaphor, rather than serving as a technical term, and so is not simply the opposite of entropy, although it is also considered the appropriate antonym. The concept of extropy is commonly invoked within some strains of transhumanism.

In the philosophy of digital probabilistic physics, the extropy of a physical system is defined to be the self-information of the markov chain probability of the physical system at a moment in time.

This was to distinguish the probability of the markov state of the physical system from the probability defined by entropy which creates ensembles of equivalent microstates.

Extropic — Actions, qualities, or outcomes that embody or further extropy.

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Realidade Virtual, ou ambiente virtual, é uma tecnologia de interface avançada entre um usuário e um sistema computacional.

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O objetivo dessa tecnologia é recriar ao máximo a sensação de realidade para um indivíduo, levando-o a adotar essa interação como uma de suas realidades temporais.

Para isso, essa interação é realizada em tempo real, com o uso de técnicas e de equipamentos computacionais que ajudem na ampliação do sentimento de presença do usuário.

Além da compreensão da RV como simulação da realidade através da tecnologia, a RV também se estende a uma apreensão de um universo não real, um universo de ícones e símbolos, mas permeando em um processo de significação o espectador desse falso universo o fornece créditos de um universo real.

Em suma, uma realidade ficcional, contudo através de relações intelectuais, a compreendemos como sendo muito próxima do universo real que conhecemos.

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A Inteligência Artificial

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A inteligência artificial (IA) é uma área de pesquisa da ciência da computação dedicada a buscar métodos ou dispositivos computacionais que possuam ou simulem a capacidade humana de resolver problemas, pensar ou, de forma ampla, ser inteligente.

O desenvolvimento da área começou logo após a Segunda Guerra Mundial, com o artigo "Computing Machinery and Intelligence" do matemático inglês Alan Turing[1], e o próprio nome foi cunhado em 1956.[2][3] Seus principais idealizadores foram os cientistas Marvin Minsky, Herbert Simon, Allen Newell, John McCarthy, Warren MuCulloch e Walter Pitts, entre outros.

A construção de máquinas inteligentes interessam a humanidade há muito tempo, havendo na história um registro significante de autômatos mecânicos (reais) e personagens míticos, como Frankenstein, que demonstram um sentimento ambíguo do homem, composto de fascínio e de medo, em relação à Inteligência Artificial.[4]

Apenas recentemente, com o surgimento do computador moderno, é que a inteligência artificial ganhou meios e massa crítica para se estabelecer como ciência integral, com problemáticas e metodologias próprias. Desde então, seu desenvolvimento tem extrapolado os clássicos programas de xadrez ou de conversão e envolvido áreas como visão computacional, análise e síntese da voz, lógica difusa, redes neurais artificiais e muitas outras.

Inicialmente a IA visava reproduzir o pensamento humano. A Inteligência Artificial abraçou a idéia de reproduzir faculdades humanas como criatividade, auto-aperfeiçoamento e uso da linguagem. Porém, o conceito de inteligência artificial é bastante difícil de se definir. Por essa razão, Inteligência Artificial foi (e continua sendo) uma noção que dispõe de múltiplas interpretações, não raro conflitantes ou circulares.

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O que é a "Singularidade Tecnológica"?

Singularidade tecnológica é a denominação dada a um evento histórico previsto para o futuro no qual a humanidade atravessará um estágio de colossal avanço tecnológico em um curtíssimo espaço de tempo.

Baseando-se em avanços nas áreas da informática, inteligência artificial, medicina, astronomia, nanotecnologia, genética e biotecnologia, muitos estudiosos acreditam que nas próximas décadas a humanidade irá atravessar a singularidade tecnológica e é impossível prever o que acontecerá depois deste período.

A aceleração do progresso científico e tecnológico tornou-se, nos últimos 300 anos, a característica mais marcante da história da humanidade. Desde o surgimento da ciência com Galileu Galilei, Isaac Newton e Leibnitz profundas mudanças políticas e econômicas ocorreram em todos os países.

Tais mudanças se fazem mais notáveis nos últimos 30 anos com a explosão da era digital e do capitalismo financeiro.

Ainda não existe consenso sobre quais seriam os agentes responsáveis pela singularidade tecnológica, alguns acreditam que ela decorrerá naturalmente, como conseqüência dos acelerados avanços científicos, outros acreditam que o surgimento iminente de supercomputadores dotados da chamada superinteligência será a base de tais avanços argumenta-se em favor disso que somente com uma inteligência superior a humana poderíamos ter avanços científicos e tecnológicos tão rápidos e importantes.

Há também quem acredite na integração homem-computador para o surgimento da superinteligência, mas a tecnologia necessária para tal pode estar mais distante de ser alcançada do que a inteligência artificial.

Vários cientistas, entre eles Vernor Vinge e Raymond Kurzweil, e também alguns filósofos afirmam que a singularidade tecnológica é um evento histórico de importância semelhante ao aparecimento da inteligência humana na Terra.

Outros, mais levianos, afirmam que a singularidade tecnológica é para o século XXI o que a revolução industrial foi para o século XVIII ou simplesmente que a singularidade tecnológica é na verdade a quarta revolução industrial.

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quarta-feira, 14 de novembro de 2007

O "neo-homem" poderá continuar "humano"?

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Transhumanismo (às vezes abreviado como >H ou H+) é uma filosofia emergente que analiza e incentiva o uso da ciência e da tecnologia, especialmente da neurotecnologia, da biotecnologia e da nanotecnologia, para superar as limitações humanas, e melhorar sua condição.

O termo 'transumanismo' foi criado pelo biólogo Julian Huxley em 1957, que o definiu como a doutrina do "homem continuando homem, mas transcendendo ao perceber novas possibilidades de e para sua natureza humana". Essa definição não é a mais usada, que difere significantemente dela.

Em 1966, FM-2030 (antes F.M. Esfandiary), um futurista estadunidense da New School University, começou a identificar como "transumano" (uma referência a "humano transitório"), pessoas que adaptavam tecnologias, estilos de vida, e visões de mundo transicionais à pós-humanidade.

A caracterização atual do termo, porém, se deve ao PhD Max More. Em suas palavras, "O transhumanismo é a classe de filosofias que buscam nos guiar a uma condição pós-humana.

Ele inclui muitos elementos do humanismo, como o respeito pela razão e pela ciência, o compromisso pelo progresso, e a valorização da existência humana (ou transumana) na vida[…], mas difere no reconhecimento e na antecipação de alterações radicais na natureza e nas possibilidades de nossas vidas, resultando de várias ciências e tecnologias[…]." [1]

O Dr. Anders Sandberg descreve o transumanismo moderno como "a filosofia que diz que podemos e devemos nos desenvolver a níveis maiores, seja fisicamente, mentalmente ou socialmente, usando métodos racionais", enquanto o Dr. Robin Hanson o descreve como "a idéia de que, de vários modos, nossos descendentes não irão ser considerados 'humanos'."

A cunho filosófico, cabe entrar numa questão: Será que seria possível “criar” (O termo ideal seria fabricar) uma emoção sinteticamente?

Assim o neo-homem poderá continuar "humano", de uma forma reconfigurada e altamente adaptada a um ambiente social tão inimaginável (ou “inimaginado”) quanto o próprio Ser. Teorias Homem X Máquina cairão sobre terra pelo surgimento do homem híbrido, chamado na ficção antes, e agora tecnicamente, Ciborg.

Se se pode entender tecnologia como a técnica cientificamente pensada, tecnologia e homem são um só, pois, veja bem, não existe evolução humana sem a técnica e vice-versa.

Terá o homem primitivo segurado a clava por possuir um dedo opositor ou terá surgido o opositor pelo primata ter segurado a clava? A técnica vai de construir uma cama a plantar pra comer.

De Escrever a bater um coco no chão até quebrar e obter água fresca e doce. Poderá você viver isento da técnica, ou menos, da tecnologia? Um vai construindo o outro, será que Enciclopédia Digital no aprisiona o nos liberta inteiramente?

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